DNIT proíbe circulação de veículos pesados na Ladeira do Catolé

Proibição para veículos de mais de 3 toneladas é por cratera às margens da rodovia BR-316, mas há rotas alternativas
Na região da erosão, no Catolé, dezenas de pocilgas colaboram com a ameaça de deslizamento: segundo o órgão, serão realizadas ações emergências para conter a erosão na via. (Foto: reprodução / Edilson Omena)

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou, nesta sexta-feira (30), a proibição da circulação de veículos pesados no trecho da BR-316, entre o km 273 e o km 275, devido a uma cratera às margens da Ladeira do Catolé, entre os municípios de Satuba e Maceió.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em Alagoas (DNIT/AL) informa que o problema identificado na BR-316, nas imediações da Ladeira do Catolé, é decorrente de uma drenagem urbana no município de Maceió, localizada nas proximidades da rodovia.

Segundo o DNIT, a erosão identificada na rodovia é decorrente de uma drenagem urbana no município de Maceió.

De acordo com a Resolução nº 396 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), os veículos pesados são aqueles que têm peso bruto total (PBT) acima de 3.500 Kg (3,5 toneladas).

Veja as rotas alternativas

Rotas alternativas para veículos de carga (sentido Pilar/Satuba → Maceió):

Rota Principal: Os motoristas devem acessar a rodovia estadual AL-404 no km 262 da BR-316.

Em seguida, devem seguir até o entroncamento com a BR-104, no km 94, e continuar pela BR-104 até o km 276, onde é possível retornar à BR-316.

Acesso ao litoral de Maceió: Para os condutores com destino ao litoral da capital alagoana, a orientação é utilizar a BR-424, também acessível a partir do km 262 da BR-316, seguindo até a AL-101.

Rotas alternativas para veículos de carga na BR-316 em Pilar, AL: para a região da Cidade Universidade (ou vice-versa), motorista entra na rodovia estadual AL-404, que liga povoado de Santa Apolônia à Forene e à BR-104; para o litoral sul, rota segue pela BR-424, para sair no Polo de Marechal Deodoro. (Foto: reprodução / DNIT)

G1 / AL

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