Turista que morreu em naufrágio foi motorista de caminhão-cegonha

Silvio Bispo Romão, 76 anos, foi fundador de sindicato e cooperativa de cegonheiros: “um desbravador no seu setor”, diz filho
Silvio Bispo Romão morreu em naufrágio de catamarã em Maragogi, Alagoas. (Foto: reprodução / redes sociais)

O turista Silvio Bispo Romão, que morreu no naufrágio de um catamarã em Maragogi (AL), foi motorista de caminhão-cegonha (que transporta carros) e era diretor do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), que tem sede em São Bernardo do Campo (SP).

Silvio Bispo Romão tinha 76 anos, era casado e deixou dois filhos.

Os caminhões-cegonha são os principais meios de distribuição de veículos, entre as montadoras – a maioria em São Paulo – e as distribuidoras e concessionárias, espalhadas por todo o país.

O acidente com o catamarã que vitimou Sílvio Bispo Romão aconteceu na manhã dessa sexta-feira (13).

A família estava em férias e aproveitaria o passeio de catamarã para as piscinas naturais de Maragogi.

O catamarã estava com 47 passageiros e três tripulantes, e afundou no início do passeio.

O filho Eduardo contou que o pai foi motorista de caminhão cegonha por anos e faz parte da história da fundação da associação, do sindicato e da cooperativa de cegonheiros.

“Pai foi um desbravador no seu setor. Pai foi cegonheiro, mas a história dele bem antes como um dos fundadores da Associação dos Cegonheiros, Sindicato e Cooperativa”, afirmou.

A Cooperativa do Consumo dos Cegonheiros (Cooperceg) e o Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg) emitiram nota de pesar pelo falecimento de Silvio.

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